segunda-feira, 22 de maio de 2017

O dia em que quase perdi a esperança

Costumo me achar uma pessoa otimista, religiosa, perseverante, e muito, mas muito mesmo, batalhador. Já passei por 2 grandes crises, sendo essa a 3ª. No início imaginei que seria só mais uma, afinal me sentia preparado para supera-la. De posse dessa certeza, ao invés de pisar no freio parei o carro, e imprimi um ritmo frenético de trabalho. Quase 3 anos depois, com produtos criados e implementados,,vislumbrando a economia voltar aos trilhos, leilões de petróleo já marcados, chamando a atenção de inúmeras petroleiras de grande porte, o que levaria o negócio para outro nível, acontece do nosso presidente ser pego com a boca na botija. Confesso que brochei de imediato, já pensando na parada da retomada e, consequentemente, vendo mais um tempão para o bonde voltar aos trilhos.
Enfim, passei dois dias prostrado e quase sem esperança. Foi quando percebi que o melhor produto criado tinha sido eu. Esta certeza me fez retomar a esperança, e voltar a encarar a vida do jeito que ela realmente é; uma batalha diária de sucessos e derrotas. Tive muito mais vitórias que derrotas e, ao longo do tempo, reuni condições e ferramentas que me dão a certeza de que a vitória foi só adiada, mas chegará, com certeza, pois dependerá de mim. Assim devemos pensar. Todos somos a união de sucessos e derrotas, por isso será, sempre, necessário, avaliar o porque das coisas. Somos influenciados pelo meio, mas tenho certeza absoluta que o meio é influenciado por mim. Então levantei, reciclei meus pensamentos e percebi, isto é legal, que sou o maior produto já criado e que está ao meu alcance, ou seja, eu mesmo. Mudar depende de nós, sabendo que a crise também apresenta oportunidade, bastando enxergá-la. E nós podemos, afinal para que serviria toda nossa experiência de vida, senão para que possamos enxergar o melhor caminho a seguir.
Walter Bonifácio - www.clickmacae.com.br

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